FRATERNIDADE ESPÍRITA PENA VERDE
AMOR FRATERNIDADE CARIDADE ESPIRITISMO
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PRÓXIMOS TRABALHOS A SEREM REALIZADOS ;

( Consulte sempre uma semana antes, pois pode haver mudança na data do atendimento )

Nossos trabalhos utilizam velas, copos grandes descartáveis, incensos, por favor contamos com a sua colaboração, além trazer  pelo menos um quilo de alimento não perecível.

A caridade feita com amor e sem interesses também tem sua parte material, e não podemos fazer tudo sozinhos.

Necessitamos da sua ajuda, ele é fundamental para a continuidade dos nossos trabalhos sua caridade nunca será esquecida pela espiritualidade e por DEUS

           Próximo trabalho em Agosto

  • PROXIMO MÊS SETEMBRO SÁBADO DIA 27  a partir das 18:30Hs PROXIMO MÊS OUTUBRO SÁBADO DIA 18 a partir das 18:30Hs MÊS NOVEMBRO SÁBADO DIA 22 a partir das 18:30Hs
  • MÊS DEZEMBRO somente com hora marcada pelo email fraternidadepenaverde@yahoo.com.br

  • Passaremos a atender em Dezembro em um um novo endereço, por ser o espaço reduzido,e a quantidade de pessoas teremos vagas reduzidas
  • e novamente somente pelo email fraternidadepenaverde@yahoo.com.br
  • Vagas para 10 pessoas.
  • Obrigatório trazer ao menos um quilo alimentos não perecíveis para doação aos mais necessitados

  • NESTE SITE INFORMAREMOS O DIA DA PRÓXIMA REUNIÃO DO PRÓXIMO MÊS POIS REALIZAMOS APENAS UMA REUNIÃO POR MÊS
  • Traga também bebida( água suco ou refrigerante para consumo fruta ou um alimento para consumo próprio pois o trabalho inicia as 6:30 hs e pode acabar de madrugada.
  • Fica ao lado da Avenida interlagos possui várias linhas de onibus e taxi  
  • E não esqueça de trazer sua garrafa de água mineralde um litro para ser fluidificada.
  • Venha com Fé em Deus Jesus e na espiritualidade

  • ACEITAMOS DOAÇÕES DE QUALQUER TIPO ( ROUPAS, CESTAS BÁSICAS, OBJETOS EM BOM ESTADO SEM USO, OU QUALQUER OUTRA FORMA DE AJUDA PARA A MANUTENÇÃO DE NOSSAS ATIVIDADES)
  • ACEITAMOS IRMÃOS DISPOSTOS A COLABORAR CONOSCO NESTA JORNADA DE CARIDADE E AMOR COM ISSO VAMOS ENCONTRAR O VERDADEIRO VALOR DA VIDA, PASSAGEIRA BREVE E FEITA E ESCRITA PELOS NOSSOS ATOS DE AMOR
  • Também de necessitamos de cadeiras plasticas, copos descartáveis.
  • Trazer sua garrafa de água mineral de um litro para ser fluidificada

    Implantação do trabalho de curas nas sociedades espíritas

    Introdução

    Allan Kardec foi muito claro quando da abordagem sobre a mediunidade de curas e sua importância nos trabalhos espíritas. Escreveu vários ensaios sobre o assunto e enfatizou este tipo de mediunidade como um dos importantes fatores na divulgação do Espiritismo, pois, como ele mesmo disse, qualquer pessoa gostaria de ter seus males curados e buscaria os recursos necessários para isso. Se a Doutrina Espírita pode oferecer meios de auxiliar nesse campo, não há porque não fazê-lo.

    Por tudo o que foi exposto no documento "Mediunidade Curadora", entendemos que seria de muito bom proveito se toda casa espírita se estruturasse de forma a atender a essa grande massa de sofredores que portam problemas espirituais e orgânicos de toda ordem. Sendo o Centro Espírita um pronto socorro da Espiritualidade, certamente que os Espíritos superiores buscam socorrer as pessoas por todos os meios e nada mais coerente que os centros espíritas se estruturem para colocar-se à disposição deles, a fim de que a obra divina seja realizada.

    Sem querer dar a última palavra sobre o assunto, divulgaremos um pequeno roteiro como sugestão para implantação dessa atividade nos centros espíritas, com considerações úteis em alguns pontos para melhor avaliação, incluindo normas necessárias a qualquer trabalho.

    1 – Das Normas

    As sociedades espíritas organizadas já têm normas bem delineadas que orientam seus trabalhos de uma forma geral, não sendo necessário que novas sejam criadas para este mister. Convém lembrar que devem ser observados os critérios de admissão comuns a qualquer trabalho da casa espírita, cuidando para que esta atividade não se envolva em misticismo, fanatismo e nem se transforme numa panacéia que se propõe a tudo resolver. Em uma casa bem orientada será apenas mais uma fonte de benefícios para as criaturas necessitadas, não tendo evidentemente nenhuma figura central como médium curador, ou coisa parecida. Mesmo que existam indivíduos na casa com esse tipo de mediunidade, eles devem ser encarados como instrumentos para a realização do trabalho do Bem, nada mais.

    2 – Da escolha do dia do atendimento

    Qualquer casa que tenha um público acima de cem pessoas por reunião pública pode estruturar seus trabalhos de cura em dia específico para este fim, o que sem dúvida dá condições para que os resultados sejam melhores, levando-se em consideração que os Espíritos manipulam as energias do ambiente para operar as curas. Mas isso não invalida que o trabalho possa funcionar também no dia das atividades públicas normais. As casas que não tiverem condições de separar as atividades poderão fazer muito no mesmo dia do atendimento comum já existente.

    3 – Da entrevista

    A entrevista será realizada normalmente no serviço de atendimento da casa. Tanto pode ser nos dias das reuniões públicas, como em dias específicos para esse fim, dependendo das atividades que a casa achar conveniente exercer. Na entrevista serão identificados os casos que necessitem de assistência da mediunidade curadora. Geralmente são pessoas que já trilharam pelos caminhos da medicina terrena e não encontraram ali um resultado satisfatório. Não se deve dar ao trabalho de cura uma conotação de "milagre", mas de mais uma ajuda que Deus dá a seus filhos através dos Espíritos. Sempre ressaltar a importância do tratamento médico concomitante.

    4 – Da reunião pública

    Em primeiro lugar, se for possível, é mais adequado estabelecer na casa espírita um dia específico para o atendimento de enfermidades físicas. Estrutura-se o trabalho com uma reunião pública convencional, com atendimento de entrevistas, palestras de explanação do Evangelho e passes após o trabalho de explanação. O hábito de ministrar o passe durante a palestra tem o inconveniente de tirar atenção dos ouvintes dos ensinamentos necessários para a resolução ou alívio dos seus sofrimentos.

    Na entrevista, se for detectado um problema obsessivo concomitante ao problema orgânico, o assistido deverá ser encaminhado primeiro ao tratamento desobsessivo e depois, então, submeter-se-á a fluidoterapia curadora. A razão disto é simples: um organismo impregnado de fluidos deletérios oriundos dos processos obsessivos, oferecerão barreira importante para a ação do magnetismo curador no campo perispiritual. É mais ou menos como a assepsia realizada no campo das cirurgias orgânicas.

    Pode-se questionar também a razão pela qual necessitaria que se criasse uma reunião específica para essa atividade. Diremos que se compreendermos bem a natureza dos fluidos e sua dinâmica e sendo ele o móvel de toda atividade mediúnica, curativa ou não, pode-se entender facilmente que será muito mais fácil para o mundo espiritual manipular os fluidos existentes no ambiente em proveito aos sofredores, em dias destinados especificamente para esse fim, estando todos os trabalhadores com esse objetivo em mente.

    Entretanto, em casas onde for impossível tal procedimento, por razões de tempo disponível ou espaço físico, pode-se estruturar o trabalho em um dia só de atendimento ao público, havendo a especificação apenas na cabine de passes.

    5 – Da cabine de passe

    A cabine deverá ter uma cadeira e uma maca, para os casos em que o paciente necessite deitar-se. Uma pequena mesa também é útil para realizar as anotações nas fichas, necessárias a cada caso. Se for possível, adequar um recinto especificamente para esse fim. O recolhimento é condição essencial para esta atividade.

    6 – Dos passistas

    Definir 2 ou 3 pessoas que já trabalham na cabine de passes para dedicar-se a esse trabalho.

    As condições exigidas são todas aquelas necessárias ao trabalho de passe comum, porém antes instruir sobre o mecanismo dos processos de cura para que a ação se efetive mais prontamente, estando o veículo do fluido (o magnetizador) consciente do fato que por ele se opera.

    Esta equipe funcionará paralelamente ao trabalho de passe normal da casa. Isto quer dizer que terão duas equipes de passistas neste dia.

    7 – Da preparação do ambiente

    Antes dos trabalhos a equipe deverá fazer uma prece fervorosa e sincera, evocando a presença dos médicos espirituais para secundá-los na tarefa. Colocar-se sempre com muita humildade e conscientes da limitação de cada um.

    Lembremo-nos: o auxílio virá na dependência da nossa sinceridade de propósitos.

    8 – Dos passes

    No início da magnetização, o passista deverá instruir a pessoa para postar-se em condições de receber o auxílio, fazendo prece sincera de apelo a Jesus.

    Só depois então iniciar o passe, que deve ter a duração de qualquer outro na medida do bom senso. Claro que em alguns casos poderá durar um pouco mais, se o passista intuitivamente achar necessário. Não nos esqueçamos que estamos em uma atividade mediúnica, portanto sob ação dos Espíritos que pode nos intuir sobre esta ou aquela necessidade do paciente.

    O passe deverá ser ministrado por duas pessoas. Uma que fará a magnetização principal e outro no auxílio a este. Uma terceira pessoa permanecerá na cabine para realizar anotações, quando houver necessidade.

    9 – Do paciente

    Existindo na casa espírita um trabalho específico para este fim, as pessoas naturalmente buscarão ser atendidas neste dia. Entretanto podem ser atendidas nos outros dias e serem devidamente encaminhadas.

    A pessoa será atendida pela primeira vez na sala de entrevistas, e o entrevistador, detectando a necessidade, encaminhará o paciente para o tratamento, tendo o cuidado de não prometer curas miraculosas. Lembremo-nos: todo o trabalho só se realiza por vontade do Pai, sem o que nada poderia ser feito.

    O tratamento consiste em assistir as reuniões de explanação do Evangelho e submeter-se à fluidoterapia.

    Será atendida pela primeira vez na cabine de passes para enfermidades físicas, e mais quatro passes na cabine comum, nas semanas subseqüentes.

    Deverá ser instruída para a necessidade de mudança de postura através do esforço íntimo de renovação.

    10 – Dos resultados

    Após as 4 semanas de fluidoterapia, o paciente retornará à sala de entrevistas para avaliação dos resultados.

    Se houver melhora considerável, colocar em mais 4 semanas nos passes da cabine geral e, depois de novo retorno, liberar com a orientação de permanecer observando o reaparecimento ou não dos sintomas.

    Se não houve melhora ou se ela foi insignificante, repetir todo o procedimento.

    Se após isto não houver remissão dos sintomas, considerar como resultado negativo.

    11 – Alternativas

    Nas casas onde não for possível estabelecer um dia só para esta atividade, poderá estruturar o trabalho de passe da seguinte forma:

    Depois dos passes comuns e de desobsessão, a equipe fará uma prece evocando os médicos espirituais, antes de iniciar os trabalhos, solicitando aos irmãos espirituais que realizem a limpeza fluídica do ambiente, que pode estar impregnada dos fluidos insalubres decorrentes dos trabalhos desobsessivos ali realizados.

    Ministrará os passes normalmente naquelas pessoas que já fizeram a magnetização inicial e já estão se submetendo aos passes subseqüentes.

    Depois de encerrada esta parte, a equipe de 2 ou 3 que foram designados a esta tarefa, se recolherá à prece novamente e o procedimento será o mesmo já explicado acima. Neste caso, para dar assistência para os que serão submetidos à fluidoterapia pela primeira vez fludificada

Assistência Espiritual e Espiritismo

1. INTRODUÇÃO

O objetivo deste estudo é mostrar a contribuição dos Benfeitores espirituais no reequilíbrio, tanto físico como espiritual dos encarnados. O nosso roteiro comporta uma explicação do  processo de atuação dos Espíritos, como funciona um sessão de assistência espiritual e algumas notas sobre o passe espiritual.

2. CONCEITO

Assistência – do lat. Assistentia. Ato ou efeito de assistir a alguma coisa.

 

Assistência Espiritual - É o trabalho realizado pelos Espíritos, com o auxílio dos médiuns, no socorro às mentes em desequilíbrio. Diz-se também que é o conjunto de atividades organizadas de modo a proporcionar o reequilíbrio espiritual à coletividade que busca o Centro Espírita.

 

3. VISÃO DE CONJUNTO

 

Os Espíritos foram criados simples e ignorantes com a finalidade de se tornarem perfeitos. No que tange à evolução, o Espiritismo difere da Ciência, pois considera a vida planejada e conduzida pelos operários espirituais. As mônadas, trabalhadas por esses mesmos operários, vão adquirindo maior capacidade de expressão. Quando atingem a fase humana, em que o princípio inteligente é impregnado do pensamento contínuo, do livre-arbítrio e da razão, a divindade deixa-as ao sabor das próprias escolhas e a responsabilidade que daí advém.

 

O Espírito, que na fase humana adquiriu o livre-arbítrio, nem por isso é entregue totalmente à sua própria sorte; sempre teve e terá a proteção de Espíritos superiores. Sobre esse mister, Allan Kardec afirma que somos muito mais influenciados pelos Espíritos do que imaginamos.

 

Compulsando a história da humanidade, não são poucas as pessoas que se dizem guiadas por uma voz do além. O daimon socrático é um exemplo clássico, pois tudo o que fazia, fazia-o sob a sugestão dessa voz.  Joana D’Arc, a heroína francesa, na luta pela libertação da França do poderio britânico, dizia-se, também, guiada por uma voz interior. 

 

Isso mostra-nos que os Benfeitores espirituais estão preocupados com nossa evolução e, para que não nos desviemos do caminho, auxiliam-nos de diversas formas e mais objetivamente através de uma trabalho de assistência espiritual no Centro Espírita.

 

4. ASSISTÊNCIA ESPIRITUAL

 

4.1. COMO SE PROCESSA A ASSISTÊNCIA DOS ESPÍRITOS

 

Tem que haver um Espírito superior, o médium e a intenção.

 

O Espírito superior está sempre interessado em auxiliar a humanidade encarnada. A sua dificuldade é a qualidade do instrumento, ou seja, o médium. Se o instrumento for moralizado o trabalho fica mais fácil. Há também que se considerar a intenção do instrumento, que se expressa na sinceridade do pensamento do médium. Caso este não aja com humildade, a assistência pode não acontecer a contento, e é quando os Espíritos menos felizes se aproveitam da situação constrangendo o médium. (Kardec, 1860, p. 46-47.)

 

4.2. UM CASO DE OBSESSÃO

 

Certa moça, contrariada em suas inclinações, casou-se com um homem que não amava. A mágoa que sofreu levou-a a um distúrbio mental; sob o domínio de uma idéia fixa, perdeu a razão e teve de ser internada.

 

Um amigo da família e membro da Sociedade Espírita de Paris, julgou dever interrogar um Espírito superior, que respondeu: “A idéia fixa dessa senhora, por sua mesma causa, atrai em sua volta uma porção de Espíritos maus, que a envolvem com seus fluidos e alimentam as suas idéias, impedindo que lhe cheguem as boas influências: os Espíritos dessa natureza abundam sempre em semelhantes meios e constituem sempre obstáculo à cura dos doentes. Contudo, podereis curá-la, mas para tanto é necessário uma força moral capaz de vencer a resistência; e tal força não é dada a um só. Cinco ou seis espíritas sinceros se reúnam todos os dias, durante alguns instantes e peçam com fervor a Deus e aos bons Espíritos que a assistam; que a vossa prece seja, ao mesmo tempo, uma magnetização mental; para tanto não necessitais estar junto a ela, ao contrário, pelo pensamento podeis levar-lhe uma salutar corrente fluídica, cuja força estará na razão de vossa intenção, aumentada pelo número. Por tal meio podereis neutralizar o mau fluido que a envolve. Fazei isto: tende fé em Deus e esperai.”

 

Seis pessoas se dedicaram, durante um mês, a esse mister. Depois de alguns dias a doente estava mais calma; quinze dias mais tarde a melhora era manifesta; e, passado um mês, ela voltou para casa em estado perfeitamente normal, ignorando ainda, como o seu marido, de onde lhe veio a cura.  (Kardec, 1863, p. 5)

 

4.3. RACIOCINANDO SOBRE A CURA DA OBSESSÃO

 

Em se tratando da obsessão, poderíamos perguntar por que os Espíritos protetores não forçam a retirada do Espírito mau. Não o fazem por uma razão simples: permitindo a luta, deixam-nos o mérito da vitória. O sofrimento dos Espíritos nobres é uma espécie de ginástica moral.

 

Há muitas pessoas que preferem receita mais fácil para expulsar Espíritos: fórmula, palavra e gestos mágicos. O correto é atacar a causa, ou seja, corrigir os próprios defeitos, pois são estes que ocasionam a obsessão.

 

O remédio: colocarmo-nos moralmente superiores ao que nos prejudica.

 

Allan Kardec lembra-nos, contudo, de que a cura da subjugação, que é quando a vontade do Espírito obsessor se interpõe na nossa, nem sempre se consegue sozinho; nesses casos, deve-se solicitar o auxílio de terceiros, que são os trabalhos de desobsessão nos Centros Espíritas.  (Kardec, 1862, p. 362)

 

5. SESSÃO DE ASSISTÊNCIA ESPIRITUAL

 

5.1. PREPARAÇÃO DE AMBIENTE

 

Os preparativos espirituais para a realização de uma sessão espírita são ativos e complexos: eles começam bem antes de nossa chegada ao local. 

 

Para cada tipo de trabalho há um cuidado especial. O Espírito André Luiz, no capítulo 43 de Os Mensageiros, fala-nos da divisão da sala por longas faixas fluídicas, no serviço de preservação e vigilância em relação aos sofredores que ali acorriam. Eles magnetizavam o próprio ar.

 

No capítulo 28 de Nos Domínios da Mediunidade, André Luiz discorre sobre a proteção e a preparação de ambiente para a realização de uma sessão de efeitos físicos. Diz-nos que os Espíritos procedem à  ionização da atmosfera, combinando recursos para efeitos elétricos e magnéticos. Nos trabalhos deste teor reclamam-se processos acelerados de materialização e desmaterialização da energia.

 

5.2. PREPARAÇÃO DOS MÉDIUNS

 

O médium deve estar sempre bem preparado para o trabalho espiritual, pois ele será o intermediário na assistência dos Espíritos. Não estando devidamente equilibrado, poderá atrapalhar a veiculação dos bons fluidos dos benfeitores espirituais.

 

Por isso, ele deve:

 

1) evitar os noticiários televisivos, principalmente aqueles que antecedem a reunião espiritual;

 

2) fazer um pequeno repouso, alguns momentos de meditação;

 

3) evitar rusgas e discussões acaloradas.

 

5.3. PREPARAÇÃO DOS ASSISTIDOS.

 

Numa sessão de assistência espiritual a preparação do assistido assume papel relevante. As instruções quanto ao recebimento do passe deveriam começar pelo Plantão de Entrevistas, pois se receberem orientações para irem confiantes à Assistência Espiritual, com certeza facilitarão o trabalho tanto dos Espíritos como dos médiuns passistas.

 

Nos momentos que antecedem o passe propriamente dito, os assistidos devem ser mantidos em concentração, principalmente através da leitura e comentário de uma página do Evangelho Segundo o Espiritismo. 

 

6. O TRABALHO DE PASSE

6.1. OBJETIVO DO PASSE

Propiciar ao assistido um reequilíbrio psicofísico espiritual. Para tanto o médium passista deve entender que o trabalho na câmara de passes tem um caráter mediúnico, ou seja, da mesma maneira que os Espíritos se utilizam dos recursos do médium, para a comunicação escrita ou falada, eles se utilizam das faculdades radiantes do médium para curar.

6.2 MAGNETIZAÇÃO E PADRONIZAÇÃO

Observa-se que a magnetização do paciente, mesmo a estimulada, independe da "técnica" ou da "gesticulação" do operador. Depende essencialmente da forma pela qual o cliente se condiciona, se entrega ao transe, se deixa sugestionar. A padronização da FEESP foi criada sob a orientação dos Espíritos Benfeitores, de acordo com conhecimentos científicos do corpo físico e do corpo espiritual, para proporcionarem maiores vantagens e melhor aproveitamento de tempo e espaço, além da necessidade de atenderem um número elevado de pessoas.

6.3. PERFIL DO MÉDIUM PASSISTA

Para atuar no setor de passes espíritas deve o colaborador ter as seguintes características:

1) possuir a faculdade radiante, ou seja, a capacidade de transmitir aos outros parte de seu magnetismo pessoal;

2) o médium passista, antes de tudo, é um médium e deve estar sempre se aperfeiçoando doutrinariamente;

3) estar em equilíbrio no campo das emoções. “Um sistema nervoso esgotado, oprimido, é um canal que não responde pelas interrupções havidas”;

4) disciplina no campo da alimentação. O excesso de alimentação, o álcool e outras substâncias tóxicas operam distúrbios nos centros nervosos, modificando certas funções psíquicas e anulando os melhores esforços na transmissão de elementos regeneradores;

5) ter consciência do mecanismo do passe para fugir à mecanização do mesmo.

7. CONCLUSÃO

O médium é um indivíduo que deve estar sempre se burilando, pois somente com este objetivo em mente conseguirá atrair as boas vibrações dos mentores espirituais e, com isso, transformar-se num instrumento valioso na cura espiritual.

  •  English
  • NEXT WORKS TO BE CARRIED THROUGH; (It always consults one week before, therefore it can have change in the date of the attendance) DAY 19 OF JULY SATURDAY FROM 18:30 HS Next work in August DAY 30 OF AUGUST SATURDAY FROM 18:30 HS IN THIS SITE WE WILL INFORM THE DAY OF THE NEXT MEETING TO THE NEXT MONTH THEREFORE WE CARRY THROUGH ONLY ONE MEETING FOR MONTH WE ACCEPT DONATIONS OF ANY TYPE (BASIC CLOTHES, BASKETS, OBJECTS IN GOOD CONDITION WITHOUT USE, OR ANY ANOTHER FORM OF AID FOR THE MAINTENANCE OF OUR ACTIVITIES) WE ACCEPT MADE USE BROTHERS TO COLLABORATE WITH US IN THIS DAY OF CHARITY AND LOVE WITH THIS WE GO TO FIND THE TRUE VALUE OF THE LIFE, PASSENGER BRIEF AND MADE AND WRITTEN BY OUR ACTS OF LOVE To bring its bottle of mineral water of one liter to be put spiritual energy inside of the botlle

1. INTRODUCTION  
 
The objective of this study is to show the contribution of the spiritual Benefactors in the reequilíbrio, so much physical as spiritual of the red ones. Our itinerary holds an explanation of the process of performance of the Spirits, as it works a session of spiritual attendance and some notes on the spiritual pass. 
 
2. CONCEPT  
 
Attendance-of the lat. Assistentia. Action or effect of attending her/it some thing.  
 
   
 
Spiritual attendance - it is the work accomplished by the Spirits, with the aid of the médiuns, in the help to the minds in unbalance. It is also said that it is the group of organized activities in way to provide the spiritual reequilíbrio to the collectivity that looks for the Spiritualistic Center.  
 
   
 
3. VISION OF GROUP  
 
   
 
The Spirits were created simple and ignorant with the purpose of if they turn perfect. With respect to the evolution, the Spiritism differs of the Science, because it considers the planned life and driven by the spiritual workers. The mônadas, worked by those same workers, they are going acquiring larger expression capacity. When they reach the human phase, in that the intelligent beginning is impregnated of the continuous thought, of the free will and of the reason, the divinity leaves them to the flavor of the own choices and the responsibility that then occurs.  
 
   
 
The Spirit, that acquired the free will in the human phase, nor for that it is totally given to his/her own luck; he/she always had and he/she will have the protection of superior Spirits. On that occupation, Allan Kardec affirms that we are much more influenced by the Spirits of what imagined.  
 
   
 
Comparing the humanity's history, they are not few the people that one say guided by a voice of the beyond. The daimon socrático is a classic example, because everything that did, made him/it under the suggestion of that voice.  Arc Joana, the French heroine, in the fight for the liberation of France of the British might, said she, also, guided for an interior voice.   
 
   
 
That shows us that the spiritual Benefactors are concerned with our evolution and, for we don't stray of the road, they aid us in several ways and more objectively through a work of spiritual attendance in the Spiritualistic Center.  
 
   
 
4. SPIRITUAL ATTENDANCE  
 
   
 
4.1. AS the ATTENDANCE OF THE SPIRITS is PROCESSED  
 
   
 
He/she has there to be a superior Spirit, the spiritual medium and the intention.  
 
   
 
The superior Spirit is always interested party in aiding the red humanity. His/her difficulty is the quality of the instrument, in other words, the spiritual medium. If the instrument be preached at the work is easier. There is also to consider the intention of the instrument, that it is expressed in the honesty of the spiritual medium's thought. In case this doesn't act with humility, the attendance cannot happen satisfactorily, and it is when the less happy Spirits take advantage of the situation constraining the spiritual medium. (Kardec, 1860, p. 46-47.)  
 
   
 
4.2. A CASE OF OBSESSION  
 
   
 
Certain girl, contradicted in their inclinations, he/she married a man that didn't love. The sorrow that suffered took her/it to a mental disturbance; under the domain of a fixed idea, it lost common sense and he/she had to be interned.  
 
   
 
A friend of the family and member of the Spiritualistic Society of Paris, judged to interrogate a superior Spirit, that he/she answered: “That lady's fixed idea, for his/her same cause, attracts in his/her turn a portion of Spirits bad, that you/they involve her/it with their fluids and they feed their ideas, impeding that you/they arrive him/her the good influences: the Spirits of that nature are always plentiful in similar means and they always constitute obstacle to the cure of the patients. However, you can cure her, but for so much it is necessary a moral force capable to win the resistance; and such force is not given the only one. Five or six sincere spiritualists meet everyday, during some instants and ask with fervor God and the good Spirits that attend her; that your prayer is, at the same time, a mental magnetization; for so much you don't need to be close to she, to the opposite, for the thought can take him/her a salutary current fluídica, whose force will be in the reason of your intention, increased by the number. For such a you will half be able to neutralize the flowing bad that involves her. Make this: it tends faith in God and wait.”  
 
   
 
Six people were devoted, during one month, to that occupation. After some days the patient was calmer; fifteen days later the improvement was obvious; and, after one month, she went back home in been perfectly normal, still ignoring, as his/her husband, from where came him/her the cure.  (Kardec, 1863, p. 5)  
 
   
 
4.3. RATIOCINATING ON the CURE OF the OBSESSION  
 
   
 
In if treating of the obsession, why could ask the protecting Spirits don't force the retreat of the bad Spirit. They don't make him/it for a simple reason: allowing the fight, they leave us the merit of the victory. The suffering of the noble Spirits is a type of moral gymnastics.  
 
   
 
There are a lot of people that prefer easier income to expel Spirits: formula, word and magic gestures. The correct is to attack the cause, in other words, to correct the own defects, because they are these that cause the obsession.  
 
   
 
The medicine: we put ourselves morally superiors to the that harms us.  
 
   
 
Allan Kardec reminds us, however, that the cure of the subjugation, that is when the will of the Spirit obsessor intervenes in ours, not always it is gotten alone; in those cases, it should be requested the aid of third, that you/they are the desobsessão works in the Spiritualistic Centers.  (Kardec, 1862, p. 362)  
 
   
 
5. SESSION OF SPIRITUAL ATTENDANCE  
 
   
 
5.1. PREPARATION OF ATMOSPHERE  
 
   
 
The spiritual preparations for the accomplishment of a spiritualistic session are active and complex: they begin well before our arrival to the place.   
 
   
 
For each work type there is a special care. The Espírito André Luiz, in the chapter 43 of The Messengers, speaks to us about the division of the room for long strips fluídicas, in the preservation service and surveillance in relation to the sufferers that there assisted. They magnetized the own air.  
 
   
 
In the chapter 28 of in the Domains of the Second sight, André Luiz talks about the protection and the atmosphere preparation for the accomplishment of a session of physical effects. He/she tells us that the Spirits proceed to the ionization of the atmosphere, combining resources for electric and magnetic effects. In the works of this tenor they are claimed accelerated processes of materialization and desmaterialização of the energy.  
 
   
 
5.2. PREPARATION OF MÉDIUNS  
 
   
 
The spiritual medium should always be very prepared for the spiritual work, because he will be the middleman in the attendance of the Spirits. Not being properly balanced, it can disturb the veiculação of the spiritual benefactors' good fluids.  
 
   
 
Therefore, he owes:  
 
   
 
1) to avoid the television news sections, mainly those that precede the spiritual meeting;  
 
   
 
2) to do a small rest, some moments of meditation;  
 
   
 
3) to avoid quarrels and heated discussions.  
 
   
 
5.3. PREPARATION ATTENDED DOS.  
 
   
 
In a session of spiritual attendance the preparation of the attended assumes relevant paper. The instructions as for the reception of the pass they should begin for the Duty of Interviews, because if they receive orientations for us to go confident to the Spiritual Attendance, with certainty they will facilitate the work as much of the Spirits as of the médiuns Carnaval dancers.  
 
   
 
In the moments that precede the pass, attended should be them maintained in concentration, mainly through the reading and comment of a page of the Gospel According to the Spiritism.   
 
   
 
6. THE WORK OF PASS  
 
6.1. I AIM AT OF THE PASS  
 
To propitiate to the attended a reequilíbrio spiritual psicofísico. For so much the spiritual medium Carnaval dancer should understand that the work in the camera of passes has a character mediúnico, in other words, just as the Spirits are used of the spiritual medium's resources, for the written communication or spoken, they are used of the spiritual medium's radiant universities to cure. 
 
6.2 MAGNETIZATION AND STANDARDIZATION  
 
It is observed that the patient's magnetization, same stimulated her, it does not depend on the "technique" or of the "gesture" of the operator. It depends essentially in the way for the which the customer is conditioned, she surrenders to the ordeal, she let to suggest. The standardization of FEESP was created under the orientation of the Beneficent Spirits, in agreement with scientific knowledge of the physical body and of the spiritual body, for us to provide larger advantages and better use of time and space, besides the need of they assist a high number of people. 
 
6.3. PROFILE OF THE MÉDIUM PASSISTA  
 
To act in the section of spiritualistic passes it owes the collaborator to have the following characteristics: 
 
1) to possess the radiant university, in other words, the capacity to transmit to the other part of his/her personal magnetism; 
 
2) the spiritual medium Carnaval dancer, before everything, is a spiritual medium and you/he/she should always be improving doutrinariamente; 
 
3) to be in balance in the field of the emotions. “A nervous system out of print, oppressed, is a channel that doesn't answer for the interruptions havidas”; 
 
4) it disciplines in the field of the feeding. The feeding excess, the alcohol and other poisonous substances operate disturbances in the nervous centers, modifying certain psychic functions and annulling the best efforts in the transmission of elements regenerators; 
 
5) to have conscience of the mechanism of the pass to flee to the mechanization of the same. 
 
7. CONCLUSION  
 
The spiritual medium is an individual that should always be if chiseling, therefore only with this I aim at in mind will get to attract the spiritual mentors' good vibrations and, with that, to transform in a valuable instrument in the spiritual cure. 
  mplantation of the work of cures in the spiritualistic societies 
Spiritualistic group Fraternidade Pena Verde 
 
Introduction 
Allan Kardec was very clear when of the approach on the second sight of cures and his/her importance in the spiritualistic works. He/she wrote several rehearsals on the subject and it emphasized this second sight type as one of the important factors in the popularization of the Spiritism, because, like him same he/she said, anybody would like to have their cured evils and it would look for the necessary resources for that. If the Spiritualistic Doctrine can offer means of aiding in that field, no there is because not to do him/it. 
 
For everything that was exposed in the document "Mediunidade Curadora", we understood that it would be of very good advantage if every spiritualistic house if it structured from way to assist her/it that great mass of sufferers that you/they carry spiritual and organic problems of every order. Being the Spiritualistic Center a ready help of the Spirituality, certainly that the superior Spirits look for to help the people by all possible means and anything more coherent than the spiritualistic centers are structured to put to his/her disposition, so that the divine work is accomplished. 
 
Unintentionally to give the last word on the subject, we will publish a small itinerary as suggestion for implantation of that activity in the spiritualistic centers, with useful considerations in some points for better evaluation, including necessary norms the any work. 
 
1-of the Norms 
The spiritualistic societies organized already have norms well delineated that you/they guide their works in general, not being necessary that new is created for this occupation. He/she suits to remind that the admission criteria should be observed common to any work of the spiritualistic house, taking care so that this activity doesn't wrap up in mysticism, fanaticism and nor become a panacea that intends to everything to solve. In a house well guided will be just one more source of benefits for the needy creatures, doesn't tend any central illustration evidently as spiritual medium curator, or similar thing. Even if individuals exist at the house with that second sight type, they should be faced as instruments for the accomplishment of the work of the Good, nothing else. 
 
2-of the choice of the day of the service 
Any house that has a public above a hundred people for public meeting can structure their cure works in specific day for this end, which without a doubt he/she gives conditions so that the results are better, being taken into account that the Spirits manipulate the energies of the atmosphere to operate the cures. But that doesn't invalidate that the work can also work in the day of the normal public activities. The houses that don't have conditions of separating the activities will a lot be able to do in the same day of the common service already existent. 
 
3-of the interview 
The interview will usually be accomplished in the service of service of the house. So much can be in the days of the public meetings, as in specific days for that end, depending on the activities that the house to find convenient to exercise. In the interview they will be identified the cases that need the second sight curator's attendance. They are usually people that already trod for the roads of the terrestrial medicine and they didn't find a satisfactory result there. One should not give to the cure work a "miracle" connotation, but of one more help than God gives to their children through the Spirits. Always to emphasize the importance of the concomitant medical treatment. 
 
4-of the public meeting 
In first place, if it is possible, it is more appropriate to establish at the spiritualistic house a specific day for the service of physical illnesses. The work is structured with a conventional public meeting, with service of interviews, lectures of explanation of the Gospel and passes after the explanation work. The habit of supplying the pass during the lecture has the inconvenience of removing attention of the listeners of the necessary teachings for the resolution or relief of their sufferings. 
 
In the interview, if a concomitant obsessive problem be detected to the organic problem, attended should be it directed first to the treatment desobsessivo and then, then, he/she will submit the fluidoterapia curator. The reason of that is simple: an impregnated organism of harmful fluids originating from of the obsessive processes, they will offer important barrier for the magnetism curator's action in the field perispiritual. It is more or less as the asepsis accomplished in the field of the organic surgeries. 
 
It can also be questioned the reason by the which would need that if it created a specific meeting for that activity. We will say that if we understand the nature of the fluids and his/her dynamics well and being him the piece of furniture of every activity mediúnica, healing or no, it can understand each other easily that it will be much easier for the spiritual world to manipulate the existent fluids in the atmosphere in advantage to the sufferers, in days specifically destined for that end, being all the workers with that aims at in mind. 
 
However, in houses where it goes such impossible procedure, for reasons of available time or I space physical, the work can be structured in an alone day of service to the public, having the specification just in the cabin of passes. 
 
5-of the pass cabin 
The cabin should have a chair and a stretcher, for the cases in that the patient needs to lie down. A small table is also useful to accomplish the annotations in the records, necessary to each case. If it is possible, to adapt an enclosure specifically for that end. The withdrawal is essential condition for this activity.  
 
6-of the Carnaval dancers 
To define 2 or 3 people that already work at the cabin of passes to dedicate to that work.  
 
The demanded conditions are all those necessary ones to the work of common pass, however before to instruct on the mechanism of the cure processes so that the action is executed more quickly, being the vehicle of the fluid (the magnetizador) conscious of the fact that is operated by him. 
 
This team will work parallel to the work of normal pass of the house. This means that will have two teams of Carnaval dancers on this day. 
 
7-of the preparation of the atmosphere 
Before the works the team should make a fervorous and sincere prayer, evoking the spiritual doctors' presence to support them in the task. To put always with a lot of humility and conscious of the limitation of each one. 
 
Let us remember: the aid will come in the dependence of our honesty of purposes. 
 
8-of the passes 
In the beginning of the magnetization, the Carnaval dancer should instruct the person to post in conditions of receiving the aid, making sincere prayer of appeal to Jesus. 
 
Only later then to begin the pass, that should have the duration of any other in the measure of the common sense. Of course in some cases will a little more be able to last, if the Carnaval dancer intuitively to find necessary. Let us don't forget that we are in an activity mediúnica, therefore under action of the Spirits that can sense on us this or that need of the patient. 
 
The pass should be supplied by two people. One that will make the main and other magnetization in the aid to this. A third person will stay at the cabin to accomplish annotations, when there is need. 
 
9-of the patient 
Existing at the spiritualistic house a specific work for this end, the people naturally will look for to be assisted on this day. However they can be assisted in the other days and they be properly directed. 
 
The person will be assisted for the first time in the room of interviews, and the interviewer, detecting the need, you/he/she will direct the patient for the treatment, tends the care of not promising miraculous cures. Let us remember: the whole work only takes place for will of the Father, without the one that nothing could be made. 
 
The treatment consists of to attend the meetings of explanation of the Gospel and to submit to the fluidoterapia. 
 
It will be assisted for the first time at the cabin of passes for physical illnesses, and more four passes in the common cabin, in the subsequent weeks. 
 
It should be instructed for the need of posture change through the intimate effort of renewal.  
 
10-of the results 
After the 4 weeks of fluidoterapia, the patient will return to the room of interviews for evaluation of the results. 
 
If there is it gets better considerable, to put in more 4 weeks in the passes of the general cabin and, after new return, to liberate with the orientation of staying observing the reaparecimento or not of the symptoms. 
 
There was not been gets better or if she was insignificant, to repeat the whole procedure. 
 
If after this there is not redemption of the symptoms, to consider as negative result.  
 
11-alternative 
In the houses where it is not possible to establish an alone day for this activity, it can structure the work of pass in the following way: 
 
After the common passes and of desobsessão, the team will make a prayer evoking the spiritual doctors, before beginning the works, requesting the spiritual siblings that you/they accomplish the cleaning fluídica of the atmosphere, that you/he/she can be impregnated of the current unhealthy fluids of the works desobsessivos there accomplished. 
 
He/she will supply the passes usually in those people that already made the initial magnetization and they are already undergoing the subsequent passes. 
 
After having contained this part, the team of 2 or 3 that you/they were designated her/it this task, he/she will go to bed to the prayer again and the procedure will be the same explained already above. In this case, to give attendance for the ones that they will be submitted to the fluidoterapia for the first time 

Español Sigué abajo un libro en español

 

       Enfermedades son castigos de Dios?

 

 Las enfermedades no son castigos de Dios. El no es un verdugo, es Padre... Un Padre justo y sabio que educa a sus hijos con amor, enseñándolos a conducirse por las leyes de la fraternidad, de la justicia y del respeto, porque esa es la receta para que  los seres humanos puedan convivir bien unos con los otros y  ser felices. Debemos procurar las causas de las enfermedades en otras fuentes, y ellas, ciertamente, están en nosotros mismos.

Explica el espíritu de  Miramez, a través de la psicografia del médium João Nunes Maia, que los malos pensamientos son una basura que, por ley, debe quedarse con quien lo produjo.

Todos nosotros producimos, en mayores o menores proporciones, esa basura mental es emocional, contaminante del alma, a través de los pensamientos, sentimientos y actitudes antifraternas, depresivos o viciosos, tales como la envidia, el odio, el rencor, el mal humor, el resentimiento, así como también la lujuria, el egoísmo, la ambición, la violencia y  tantos otros valores negativos de los cuales no siempre nos apercibimos.

Cuando esto acontece, nuestra propia naturaleza se encarga de expulsar parte de esa basura para que no nos sofoque, y esa carga mórbida, al ser drenada hacia el cuerpo carnal, se materializa en el en forma de enfermedades, o de predisposiciones para determinadas enfermedades.

 

 

 

PREGUNTA NATURAL

Si es así como fue dicho encima, por cual razón no enferman tantos seres perversos, inmorales, ambiciosos, antifraternos y asemejados, que hombrean con nosotros en lo cotidiano?

Cuanto más atrasado el espíritu, más grosero y  denso es su cuerpo espiritual. Por eso el puede convivir tranquilamente con la propia basura psíquica. Más conforme va evolucionando espiritualmente, a través de las reencarnaciones bien aprovechadas, también más delicado y  sensible va quedando ese cuerpo y con eso, mayor y  más apremiante también se torna la necesidad de esos drenajes.

 

 

 

PREGUNTA NATURAL

Por que personas de excelente nivel evolutivo, que ciertamente no generan esa “basura mental”, también enferman?

Muchas enfermedades producidas por estados de espíritu negativos son generadas en esta misma vida, mas hay también las que proceden de vidas anteriores.

Hay personas que son verdaderas industrias del mal humor, que viven  lamentándose, para maldecir y reclamar de todo; otras cultivan emociones y  sentimientos negativos como a envidia, los celos, el rencor, el mal humor, el desamor... Ese tipo de actitudes o procedimientos genera una energía pesada que queda circulando en el  sistema energético, provocando bloqueos, produciendo males de mayor o menor gravedad.

Más no siempre toda esa carga energética pesada es drenada en esta misma vida, permaneciendo en las profundidades del ser, para venir a tono con las futuras encarnaciones.

Hay también muchas narrativas de los espíritus contando como alguien, en el mundo espiritual, al programar su futura encarnación, incluye en ella alguna enfermedad o limitación. Esto, orientado a evitar mayores caídas espirituales, en su futura jornada.

A nosotros, aquí reencarnados, nos parece imposible que alguien programe sufrimientos para si mismo. Ocurre que en la dimensión espiritual, donde tenemos una visión mucho más amplia sobre nuestras propias necesidades de evolución, preferimos enfrentar una vida de luchas y dolores,  que caer en los mismos errores del pasado.

La evolución es lo que hay de más importante para los espíritus más esclarecidos y  sabemos el como las facilidades de la vida pueden inducir a caídas espirituales. Por ejemplo, una mujer muy bella que haya usado su belleza para destruir hogares, al concientizarse del mal que hizo, al programar su reencarnación, podrá solicitar una apariencia fea o un defecto físico, que la ayudará a librarse de nuevas tentaciones.

Hay todavía los casos en que la administración superior determina una enfermedad, un accidente u otro trastorno, orientado a  desviar a alguien del caminó que iría llevarlo a mayores caídas espirituales. Esto ocurre por misericordia divina y  cuando esa persona tiene algún merecimiento, o todavía, por solicitud de algún espíritu coma suficientes méritos para endosar el pedido.

Más hay también las enfermedades causadas por el desacato con la propia salud, por los más diversos vicios, por la gula, por la alimentación errada o la vida sedentaria.

Y hay todavía aquellas enfermedades kármicas, resultado de acciones negativas practicadas en vidas pasadas.

Como se ve, las causas profundas de las enfermedades son muy variadas, más están en nosotros mismos, tanto en nuestro pasado como en el presente.

 

 

PREGUNTA NATURAL

Si las causas de las enfermedades están en nuestras actitudes y acciones, cual es entonces el papel de los microbios, de los virus y  de la herencia?

Acontece que a través de nuestras actitudes, acciones y  omisiones se crean en nosotros mismos campos favorables al desenvolvimiento de los microorganismos que generan enfermedades, más allá de otros desequilibrios. Tanto es verdad que innumerables personas infectadas con determinados virus o bacilos, no contraen esas enfermedades.

Por esas razones, cuanto más la medicina y la farmacología avanzan en su capacidad de curar, más enfermedades nuevas y  cada vez más virulentas van surgiendo. La culpa no es de la medicina, ni de la  farmacología. Es nuestra. Por eso sólo nosotros mismos, con la ayuda de Dios y  de nuestra voluntad, podremos generar condiciones reales de cura y  quedar inmunes a las enfermedades, al menos en las futuras encarnaciones. Y esto sólo se consigue a través de la reforma moral, del cambio de conducta y  de actitudes, y  todavía, del desenvolvimiento de nuestros potenciales interiores.

Más ese es un trabajo difícil y  demorado. La Naturaleza no da saltos. Se durante milenios fuimos construyendo lo que somos hoy, no será de un momento para otro que vamos a conseguir modificar toda esa estructura. Más si no comenzamos, nunca llegaremos allá.

En los momentos de dolor, o cuando la enfermedad castiga nuestro cuerpo acostumbramos “aferrarnos” a Dios o en cualquier otro ser superior, implorando el cesar del sufrimiento, y  decimos: “Tengo fe en Dios, que El me va a curar”. Mas si la cura no acontece la fe se acalla, porque colocamos la cura como condición para  nuestra fe.

En esos casos, todavía, en vez de las lamentaciones y  actitudes negativas, es muy importante busquemos elevar nuestra frecuencia vibratoria, porque ella es la más poderosa auxiliar en la eliminación de basura producida por nuestras propias actitudes.

Y esa elevación la conseguimos a través de la oración, de los sentimientos y actitudes de amor, de confianza, optimismo y alegría, buscando siempre desenvolver los valores nobles del alma.

Las enfermedades es la verdad, representan una de las mayores fuerzas para nuestra evolución. Es como si la convalecencia del cuerpo hiciese crecer la luz interior, o el miedo a la muerte nos aproximase más a Dios.

En cuanto a la  herencia, la programación hecha para el futuro cuerpo del reencarnante incluye a escogencia de  sus futuros padres. Así, el heredará aquello que estuviere programado para el.

 

 

PREGUNTA FRECÜENTE

Que acontece en los casos de curas consideradas milagrosas?

No existen milagros, mas si mecanismos naturales, con manipulación de energías, cuando las condiciones son favorables.

En la mayoría de los “milagros” en que ocurren curas, estas son momentáneas, con efectos de corta duración. Son producidas por la dinamización de las energías profundas de alguien, que es llevado a un estado de superexcitación a través de vigorosa actuación, altamente inductora, del “milagrero”. Es fácil observar como la mayoría de esas curas ocurre en un palco donde la fe es el ingrediente para la dramatización. Mas pasados aquellos momentos, todo vuelve a lo que era antes.

Es claro que hay casos de curas definitivas, cuando la fe es profundamente verdadera y  cuando hay merecimiento.

Los “hacedores de milagros” son personas que poseen gran poder de inducción, una voluntad firme y  pensamiento dominador. Con esos recursos, en algunos casos, ellos consiguen llevar los que en ellos creen a dinamizar de tal forma sus propios potenciales,  su fe, al punto de generar transformaciones orgánicas y otras ocurrencias que son vistas como milagros.

En los cultos o misas de cura y pedidos de ayuda divina, la propia vibración del ambiente, poderosamente volcada para ese fin, es un vehículo que favorece esa potencialización de las energías, pudiendo producir acontecimientos poco comunes.

 

 

 

PREGUNTA NATURAL

Que acontece en los exorcismos o “expulsión de demonios”, cuando son bien-sucedidos?

En los casos de exorcismo o “expulsión de demonios” es bastante probable que los espíritus obsessores hallen más prudente apartarse de aquella confusión.

También hay situaciones en que las personas obsesadas son tan maltratadas por los que las exorcizan, o les “expulsan los demonios”, con tales repercusiones en sus obsessores, que estos acaban perdiendo momentáneamente la sintonía con ellas, apartándose.

Igualmente hay situaciones en que los espíritus obsessores quedan tan impresionados con toda aquella teatralidad, aquellas órdenes imperiosas que les son dadas en nombre de Dios, que acaban realmente apartándose de sus víctimas. Más ese tipo de actuación no es saludable porque la persona obsesada, después de curada, volta a su vidita de antes, sin haber aprovechado el episodio como palanca para su evolución, y el espíritu obsessor va a continuar al acecho, aguardando nueva oportunidad para recomenzar la persecución con toda seguridad.

La mejor receta para ese tipo de problemas y  todos los demás, es aquella que el Maestro enseño: la reforma moral, el cambio en las aptitudes y en las acciones, orientada hacia el bien.

Milagros, ni Jesús los hizo. El uso sus propios potenciales, su energía, su vibración de altísima frecuencia y sus conocimientos para realizar las curas y  demás actos poco comunes.

Otras ocurrencias tenidas como sobrenaturales son apenas inusitadas, en las cuales son utilizados recursos de la propia naturaleza y  de las leyes naturales, manipulados por espíritus.

LIBRO


 Nuestro Hogar                                                                 5

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                                  Índice

Nuevo Amigo......................................................................................... 9
Mensaje de André Luiz...................................................................... 13
 1 -En las zonas inferiores ............................................................... 17
 2 -Clarencio.......................................................................................... 20
 3 -La oración colectiva...................................................................... 24
 4 -El médico espiritual..................................................................... 29
 5 -Recibiendo asistencia .................................................................... 33
 6 -Precioso aviso................................................................................ 38
 7 -Explicaciones de Lisias ............................................................... 42
 8 -Organización de servicios .......................................................... 46
 9 -El problema de la alimentación ............................................... 50
10 - En el bosque de las aguas....................................................... 54
11 - Noticias del plano........................................................................ 58
12 - El umbral ....................................................................................... 62
13 - En el gabinete del ministro ...................................................... 66
14 - Elucidaciones de Clarencio ........................................................ 71
15 - La visita materna .......................................................................... 76
16 - Confidencias.................................................................................... 80
17 - En casa de Lisias......................................................................... 84
18 - El amor, alimento de las almas.............................................. 88
19 - La joven desencarnada................................................................ 92
20 - Nociones del hogar ..................................................................... 97
21 - Continuando la conversación ....................................................102
22 - El bonus hora...............................................................................106
6                                                                                       Nuestro Hogar

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23 - Saber oír .........................................................................................111
24 - Impresionante llamada.................................................................116
25 - Generoso consejo .........................................................................121
26 - Nuevas perspectivas .....................................................................125
27 - Por fin, el trabajo ........................................................................130
28 - En servicio....................................................................................135
29 - La visión de Francisco ...............................................................140
30 - Herencia y eutanasia.....................................................................145
31 - Vampiro...........................................................................................150
32 - Noticias de Veneranda................................................................156
33 - Curiosas observaciones................................................................161
34 - Con los recién llegados del umbral.......................................166
35 - Encuentro singular ........................................................................171
36 - El sueño..........................................................................................176
37 - La conferencia de la ministra...................................................181
38 - El caso Tobias ..............................................................................187
39 - Oyendo a la señora Laura........................................................193
40 - Quien siembra, recogerá.............................................................198
41 - Convocados para la lucha.........................................................203
42 - La palabra del Gobernador .....................................................209
43 - En conversación............................................................................214
44 - Las tinieblas ....................................................................................219
45 - En el campo de la música ......................................................224
46 - Sacrificio de mujer.......................................................................230
47 - El retorno de Laura ...................................................................235
48 - Culto familiar.................................................................................240
49 - Regresando a casa........................................................................246
50 - Ciudadano de Nuestro Hogar .................................................251
 Nuestro Hogar                                                                                            7

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8    Nuestro Hogar

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                  Nuevo Amigo

        Por lo general, los prefacios, sirven para presentar a los autores,
exaltándoles sus méritos y comentándoles la personalidad.
        En este caso, la situación es diferente.
        Inútilmente los compañeros encarnados buscarían al médico André
Luiz en los directorios convencionales.
        A veces, el anonimato es hijo legítimo del entendimiento y del
verdadero amor. Para redimirnos del pasado escabroso, se modifican las
tablas de la nomenclatura usual en la reencarnación. Funciona el olvido
temporal como bendición de la Divina Misericordia.
        André precisó, igualmente, cerrar la cortina sobre sí mismo.
        Por eso no podemos presentar al médico terrestre y al autor humano,
sino al nuevo amigo y al hermano en la eternidad.
        Para traer valiosas impresiones a los compañeros del mundo, necesitó
despojarse de todas las convenciones, inclusive la del propio nombre, para
no herir corazones amados, envueltos todavía en los viejos mantos de la
ilusión. Los que recogen las espigas maduras, no deben ofender a los que
plantan a distancia, ni perturbar la siembra verde, aún en flor.
        Reconocemos que este libro no es único. Otras entidades comentaron
ya las condiciones de la vida, más allá de la tumba...
        Sin embargo, desde hace mucho, deseamos traer a nuestro círculo
espiritual a alguien que pueda transmitir a otros, el valor de la experiencia
  Nuestro Hogar                                                             9

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propia, con todos los detalles posibles a la legítima comprensión del orden,
que preside el esfuerzo de los desencarnados laboriosos y bien intencionados,
en las esferas invisibles a la vista humana, aunque íntimamente ligadas
al planeta.
       Con seguridad, numerosos amigos sonreirán al contacto con
determinados pasajes de estas narraciones. Es que lo inusual causa sorpresa
en todos los tiempos. ¿Quién no se sonreiría en la Tierra, años atrás,
cuando se le hablase de aviación, de electricidad o de radiofonía?
       La sorpresa, la perplejidad y la duda son propias de todos los
aprendicesqueaúnnopasaronporlalección.Esmásquenatural,justísimo.
No comentaríamos, de ese modo, ninguna impresión ajena. Todo lector
necesita analizar lo que lee.
       Nos remitimos, pues, tan sólo al objetivo esencial del trabajo.
       El Espiritismo gana extensa expresión numérica. Millares de
criaturas se interesan por sus trabajos, modalidades, experiencias. No
obstante, en ese campo inmenso de novedades, no debe el hombre descuidarse
a sí mismo.
       No basta investigar fenómenos, adherirse verbalmente, mejorar la
estadística, adoctrinar conciencias ajenas, hacer proselitismo y conquistar
favores de la opinión, por más respetable que ella sea, en el plano físico.
Es indispensable reflexionar sobre el conocimiento de nuestros infinitos
potenciales, aplicándolos, a nuestra vez, en los servicios del bien.
       El hombre terrestre no es un desheredado. Es hijo de Dios, en
trabajo constructivo, vistiendo el ropaje de la carne; alumno de benemérita
escuela, donde precisa aprender a elevarse. La lucha humana es su
oportunidad, su herramienta, su libro.
       El intercambio con lo invisible es un movimiento sagrado en función
restauradora del Cristianismo puro; por tanto, que nadie se descuide de
las necesidades propias, en el lugar que ocupa por la voluntad del Señor.
       André Luiz viene a contarte, lector amigo, que la mayor sorpresa
10                                                             Nuestro Hogar

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en la muerte carnal, es la de colocarnos cara a cara con nuestra propia
conciencia, donde edificamos el cielo, nos estacionamos en el purgatorio o
nos precipitamos en el abismo infernal; viene a recordarnos que la Tierra
es un taller sagrado y que nadie lo menospreciará sin conocer el precio del
terrible engaño al que sometió a su propio corazón.
        Guarde su experiencia en el libro del alma. Ella dice muy alto que
no le basta al hombre apegarse a la existencia humana, sino que necesita
aprovecharla dignamente; que los pasos del cristiano, en cualquier escuela
religiosa, deben dirigirse verdaderamente al Cristo, y que, en nuestro campo
doctrinario, necesitamos en verdad del ESPIRITISMO y del
ESPIRITUALISMO, peromás, mucho más,deESPIRITUALIDAD.
                                                   EMMANUEL
        Pedro Leopoldo, 3 de octubre de 1943.

 Nuestro Hogar                                                            11

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12    Nuestro Hogar

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                         Mensajede
                       AndréLuiz

        La vida no cesa. La vida es fuente eterna y la muerte el juego
obscuro de las ilusiones.
        El gran río tiene su trayecto antes de llegar al mar inmenso.
Copiándole la expresión, el alma recorre igualmente caminos variados y
etapas diversas. También recibe afluentes de conocimientos, aquí y allí, se
acrecienta en tamaño y se purifica en calidad, antes de encontrar el Océano
Eterno de la Sabiduría.
        Cerrar los ojos carnales, constituye una operación demasiado simple.
        Permutar el ropaje físico, no decide el problema fundamental de la
iluminación, de la misma manera que el cambio de vestido nada tiene que
ver con las soluciones profundas del destino y del ser.
        ¡Oh, caminos de las almas, misteriosos caminos del corazón! ¡Es
necesario recorreros antes de intentar la suprema ecuación de la Vida
Eterna! ¡Es indispensable vivir vuestro drama, conoceros detalle a detalle,
en el largo proceso del perfeccionamiento espiritual!
        Sería extremadamente infantil la creencia de que el simple "bajar
el telón", resolviese trascendentales cuestiones del Infinito.
        Una existencia es un acto.
        Un cuerpo - - un vestido.
        Un siglo - - un día.
  Nuestro Hogar                                                          13

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         Un servicio - - una experiencia.

         Un triunfo - - una adquisición.
         Una muerte - - un soplo renovador.
         ¿Cuántas existencias, cuántos cuerpos, cuántos siglos, cuántos
servicios, cuántos triunfos, cuántas muertes necesitamos aún?
         ¡Y el letrado de filosofía religiosa habla de deliberaciones finales y
de posiciones definitivas!
         ¡Ah! ¡Por todas partes, los cultos en doctrina y los analfabetos del
espíritu!
         Se hace necesario mucho esfuerzo del hombre para ingresar en la
academia del Evangelio del Cristo, ingreso que se verifica, casi siempre de
extraña manera ­ él solo, en compañía del Maestro, efectuando el curso
difícil, recibiendo lecciones sin cátedras visibles y oyendo vastas disertaciones
sin palabras articuladas.
         Muy larga, por tanto es nuestra jornada laboriosa.
         Nuestro pobre esfuerzo quiere traducir, apenas, una idea de esa
verdad fundamental.
         ¡Muchas gracias, amigos míos, por vuestra atención!
         Nos manifestamos, junto a vosotros, en el anonimato que obedece
a la caridad fraternal. La existencia humana muestra gran mayoría de
vasos frágiles que no pueden contener aún toda la verdad. Además, no
nos interesaría, por ahora, sino la experiencia profunda, con sus valores
colectivos. No atormentaríamos a nadie con la idea de la eternidad.
Que los vasos se fortalezcan, en primer lugar. Suministraremos solamente
algunas ligeras noticias, al espíritu necesitado de nuestros hermanos en
la senda de realización espiritual, y que comprenden, con nosotros, que "el
espíritu sopla donde quiere".
         Y, ahora, amigos, que mi agradecimiento se calque en el papel,
recogiéndose en el gran silencio de la simpatía y de la gratitud. Atracción y
14                                                                Nuestro Hogar

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reconocimiento, amor y júbilo, viven en el alma. Creed que guardaré
semejantes valores conmigo, a vuestro respecto, en el santuario del corazón.
       Que el Señor nos bendiga.
                                                        ANDRÉ LUIZ

 Nuestro Hogar                                                           15

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16    Nuestro Hogar

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                  NUESTRO HOGAR


          En las zonas inferiores
       Guardaba la impresión de haber perdido la idea del
tiempo. La noción del espacio, hacía mucho había desaparecido.
       Estaba convencido de que no pertenecía ya al número de
los encarnados en el mundo, sin embargo, mis pulmones
respiraban ampliamente.
       ¿Desde cuándo me había vuelto juguete de fuerzas
irresistibles? ¡Imposible aclararlo!
       Enverdad,mesentíaamargadoduendeenlasrejasobscuras
del horror. Con los cabellos erizados, el corazón dando saltos y
un miedo terrible enseñoreándose de mí, muchas veces grité
como un loco, imploré la piedad y clamé contra el doloroso
desánimo que subyugaba mi espíritu; pero cuando el silencio
implacable no absorbía mi estentórea voz, lamentos más
conmovedores que los míos, respondían a mis clamores. Otras
veces, carcajadas siniestras rasgaban la quietud ambiental. Algún
compañero desconocido estaría, a mi ver, prisionero de la locura.
Formas diabólicas, rostros deformes, expresiones embrutecidas,
surgían de cuando en cuando, agravando mi asombro. El paisaje
cuando no era totalmente obscuro, parecía bañado en luz
cenicienta, como amortajado en neblina espesa, que los rayos
del Sol calentasen desde muy lejos.
       El extraño viaje proseguía... ¿Con qué fin? ¿Quién lo
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podría decir? Apenas sabía que huía siempre... El miedo me
impelía de golpe. ¿Dónde estaban el hogar, la esposa y los hijos?
Había perdido toda noción de rumbo. ¡El recelo a lo ignoto, el
pavor de las tinieblas, absorbían todas las facultades de mi razón,
después de haberme desprendido de los últimos lazos físicos en
pleno sepulcro!
       Atormentábame la consciencia; hubiera preferido la ausencia
total de la razón, el no ser.
       Al comienzo, las lágrimas lavaban incesantemente mi rostro y
apenasenrarosminutos,mebeneficiabalabendicióndelsueño. Pero
bruscamenteseinterrumpíalasensacióndealivio.Seresmonstruosos
me despertaban irónicos; era imprescindible huir de ellos.
       Reconocía ahora, que una esfera diferente se levantaba de la
polvareda del mundo, pero ya era tarde. Pensamientos angustiosos
trituraban mi cerebro. Mal delineaba proyectos de solución, cuando
numerosos incidentes me impelían a consideraciones torturadoras.
En momentoalgunosurgiótanprofundamenteamivistaelproblema
religioso. Los principios puramente filosóficos, políticos y científicos,
se me figuraban ahora, extremadamente secundarios para la vida
humana. Significaban, a mi ver, un valioso patrimonio en los planos
delaTierra,perourgíareconocerquelaHumanidadnoseconstituye
de generaciones transitorias, y sí de Espíritus eternos, camino a un
glorioso destino. Verificaba que algo permanece por encima de toda
consideración meramente intelectual. Ese algo es la fe, manifestación
divina en el hombre. Pero, semejante análisis surgía tardío. De hecho,
había conocido las letras del Antiguo Testamento, y muchas veces
ojeara el Evangelio; sin embargo, era forzoso reconocer que nunca
procurara las letras sagradas con la luz del corazón. Las identificaba a
través de la crítica de escritores poco afectos al sentimiento y a la
conciencia, o en pleno desacuerdo con las verdades esenciales. En
otras ocasiones, las había interpretado de acuerdo con el sacerdocio
organizado, pero sin salir jamás del círculo de contradicciones, donde
me había estacionado voluntariamente.
18                                                         Nuestro Hogar

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       Enverdad,nohabíasidouncriminal,segúnmipropioconcepto.
Empero, la filosofía del inmediatismo, me había absorbido. La
existencia terrestre, que la muerte transformara, no era señalada con
aspectos diferentes a los de la masa común de los hombres.
       Hijo de padres tal vez demasiado generosos, conquisté títulos
universitarios sin grandes sacrificios, participé de los vicios de la
juventud de mi tiempo, organicé mi hogar, tuve hijos, perseguí
situaciones estables que garantizasen la tranquilidad económica de
mi grupo familiar; pero, examinándome atentamente, algo me hacía
experimentarlanocióndeltiempoperdido,conlasilenciosaacusación
de mi propia conciencia. Habité la Tierra y disfruté de sus bienes, de
las bendiciones de la vida, pero no le había retribuido ni un centavo
delenormedébitocontraído.Tuvepadrescuyagenerosidadysacrificios
por mí nunca supe valorar; esposa e hijos que prendiera ferozmente
en las telas rígidas del egoísmo destructor. Tuve un hogar que cerré a
todos los que transitaban en el desierto de la angustia. Me sentí feliz
conlosjúbilosdemifamilia,olvidandoextenderesabendicióndivina
a la inmensa familia humana, sordo a los más elementales deberes de
fraternidad.
       En fin, como flor de estufa, no soportaba ahora el clima de las
realidades eternas. No había desarrollado las semillas divinas que el
Señor de la Vida colocara en mi alma. Más bien, las sofocara,
criminalmente, en el deseo desbordado del propio bienestar. No
adiestrara órganos para la vida nueva. Era justo, pues, que despertara
en ella a la manera de un minusválido que, restituido al río infinito de
la eternidad, no pudiese acompañar satisfactoriamente la carrera
incesante de las aguas; o como el mendigo infeliz que, exhausto en
pleno desierto, deambula a merced de impetuosos tifones.
       ¡Oh,amigosdelaTierra!¿Cuántosdevosotrospodréisevitar
el camino de la amargura con la preparación de los campos
interioresdelcorazón? Encendedvuestraslucesantesdeatravesar
la gran sombra. Buscad la verdad, antes de que la verdad os
sorprenda. ¡Sudad ahora para no tener que llorar después!
 Nuestro Hogar                                                        19

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                       Clarencio

      ­¡Suicida! ¡Suicida! ¡Criminal! ¡Infame! ­ Gritos como
estos me cercaban por todas partes. ¿Dónde se hallaban esos
sicarios de corazón empedernido? A veces, los vislumbraba
casualmente, escurridizos en las tinieblas densas, y cuando mi
desesperación alcanzaba el auge, los atacaba, movilizando
extremas energías. Pero en vano golpeaba en el aire, en el
paroxismo de mi cólera. Carcajadas sarcásticas herían mis oídos,
mientras aquellos cuerpos negros desaparecían en la sombra.
      ¿A quién apelar? El hambre me torturaba, la sed me
abrasaba. Determinados fenómenos de la experiencia material
se patentizaban a mi vista. Creciérame la barba, la ropa
comenzaba a romperse con los esfuerzos de la resistencia, en
aquella región desconocida. No obstante, la circunstancia más
dolorosa, no era el terrible abandono en que me hallaba, sino el
asedio incesante de fuerzas perversas que se me presentaban en
aquellos caminos yermos y obscuros. Me irritaban y aniquilaban
la posibilidad de concatenar ideas. Deseaba ponderar
debidamente la situación, encuadrar razones y establecer nuevas
directrices al pensamiento; pero aquellas voces, aquellos
lamentosmezcladosdeacusacionesnominales,medesorientaban
irremediablemente.
      ­¿Qué buscas infeliz? ¿Adónde vas, suicida?
20                                                  Nuestro Hogar

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       Aquella áspera reprensión, incesantemente repetida,
perturbaba mi corazón. Infeliz, sí; pero, ¿suicida?, ¡Nunca! Esas
imprecaciones, a mi juicio no eran procedentes. Yo había dejado
micuerpofísicocontramivoluntad.Recordabamiporfiadoduelo
con la muerte. Aún me parecía oír los últimos pareceres médicos
enunciados en la Casa de Salud; recordaba la asistencia desvelada
que tuviera, las curaciones dolorosas que experimentara en los
largos días que siguieran a la delicada operación de los intestinos.
Sentía, en el curso de esas reminiscencias, el contacto del
termómetro, el pinchazo desagradable de las inyecciones y, por
fin, la última escena que precediera al gran sueño: mi esposa,
joven aún, y los tres hijos, contemplándome, en el terror de la
eterna separación. Después... el despertar en el paisaje húmedo
y obscuro, y la gran caminata que parecía no tener fin.
       ¿Por qué me tachaban de suicida, cuando había sido
obligado a abandonar la casa, la familia y la dulce convivencia
de los míos? El hombre más fuerte conocerá los límites de la
resistencia emocional. Firme y resoluto al principio, comencé
porentregarmealargosperíodosdedesánimo,ylejosdeproseguir
en la fortaleza moral, al ignorar mi propio fin, sentí que las
lágrimas, largamente reprimidas, brotaban con más frecuencia,
fluyendo del corazón.
       ¿Aquiénrecurrir?Porgrandequefueralaculturaintelectual
traída del mundo, no podría alterar ahora la realidad de la vida.
Mis conocimientos ante el infinito se asemejaban a pequeñas
burbujas de jabón llevadas por el viento impetuoso que
transforma los paisajes. Yo era alguna cosa que el tifón de la
verdadllevabamuylejos.Sinembargo,lasituaciónnomodificaba
la otra realidad de mi ser esencial. Preguntándome a mí mismo si
no habría enloquecido, encontraba la conciencia vigilante,
aclarándomequecontinuabasiendoelmismo,conelsentimiento
y la cultura logrados en la experiencia material. Persistían las
 Nuestro Hogar                                                   21

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necesidadesfisiológicas,sinmodificaciónalguna.Elhambrecastigaba
todas mis fibras, no obstante, a pesar del abatimiento progresivo, no
llegaba a caer definitivamente en absoluta extenuación. De cuando
en cuando encontraba verduras que me parecían agrestes, en torno a
humildes hilos de agua a los que me arrojaba ansioso. Devoraba
aquellas hojas desconocidas, ingerí el agua de aquella fuente turbia,
tantocomomelopermitíanlasfuerzasirresistibles,quemeimpulsaban
hacia delante. Muchas veces absorví el lodo del camino y recordé el
antiguopandecadadía,vertiendocopiosollanto.Confrecuencia,era
imprescindible ocultarme de las enormes manadas de seres
embrutecidos,quepasabanenbandadas,comofierasinsaciables.¡Eran
cuadros para horrorizarse! Se acentuaba el desaliento. Entonces
comencéarecordarquedebíaexistirunAutordelaVida,fuesedonde
fuese. Esa idea me confortó. Yo que detestara las religiones en el
mundo,experimentabaahoralanecesidaddeconsuelomístico.Médico
extremadamente arraigado al negativismo de mi generación, se me
imponíaunaactitudrenovadora.Semehacíaimprescindibleconfesar
el fallo del amor propio, al que me había consagrado con orgullo.
       Y, cuando las energías me faltaron por completo, cuando me
sentí absolutamente adherido al lodo de la Tierra, sin fuerzas para
erguirme,pedíalSupremoAutordelaNaturalezaquemeextendiese
sus manos paternales, en tan amarga emergencia.
       ¿Cuánto tiempo duró la rogativa? ¿Cuántas horas consagré a
lasúplica,conlasmanosunidas,imitandoaunniñoafligido?Apenas
séquelalluviadelágrimaslavómirostro;quetodosmissentimientos
seconcentraronenlaoracióndolorosa.¿Seríaposiblequemehallara
completamente olvidado? ¿No era, también, hijo de Dios, aunque
no hubiera tratado de conocer su actividad sublime, mientras me
hallara engolfado en las vanidades de la experiencia humana? ¿Por
qué no me perdonaría el Padre Eterno, cuando proveía nido a las
avesinconscientesyprotegíabondadoso,latiernaflordeloscampos
agrestes?
22                                                      Nuestro Hogar

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       ¡Ah! Es preciso haber sufrido mucho, para entender todas
las misteriosas bellezas de la oración; es necesario haber conocido
elremordimiento,lahumillación,laextremadesventura,paratomar
con eficacia el sublime elíxir de la esperanza. Fue en ese instante
quelasespesasneblinassedisiparonyalguiensurgiócomoemisario
de los Cielos. Un simpático anciano me sonrió paternalmente. Se
inclinó, fijó en mí sus grandes ojos lúcidos, y dijo:
       ­¡Valor, hijo mío! El Señor no te desampara.
       Amargo llanto bañaba toda mi alma. Emocionado, quise
traducir mi júbilo, comentar el consuelo que me llegaba, mas,
reuniendotodaslasfuerzasquemequedaban,apenaspudeinquirir:
       ­¿Quién sois, generoso emisario de Dios?
       El inesperado bienhechor sonrió bondadoso y respondió:
       ­Llámame Clarencio. Tan sólo soy tu hermano.
       Y percibiendo mi agotamiento, agregó:
       ­Ahora permanece en calma y en silencio. Es necesario
descansar para recuperar energías.
       Enseguida, llamó a dos compañeros que guardaban actitud
de desvelados servidores, y ordenó:
       ­Prestemos a nuestro amigo los socorros de emergencia.
       Blanco lienzo fue extendido allí mismo, a modo de hamaca
improvisada, disponiéndose los cooperadores a transportarme
generosamente.
       Cuando me alzaron con el mayor cuidado, Clarencio meditó
un instante y aclaró, como quien recuerda inaplazable obligación:
       ­Vamos sin demora. Es necesario alcanzar Nuestro Hogar
con la mayor presteza posible.
  Nuestro Hogar                                                  23

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            La oración colectiva

       Aunque era transportado a la manera de un herido
común, percibí el cuadro confortable que se desarrollaba ante
mi vista.
       Clarencio, que se apoyaba en un cayado de substancia lu-
minosa, se detuvo ante una gran puerta enclavada en altos mu-
ros, cubiertos de trepadoras floridas y graciosas. Tanteando en
un punto de la muralla, se abrió una amplia cavidad, a través de
la cual penetramos silenciosos.
       Suave claridad inundaba allí todas las cosas. A lo lejos, un
gracioso foco de luz daba la idea de una puesta de sol en tardes
primaverales. A medida que avanzábamos, conseguía identificar
preciosas construcciones situadas en extensos jardines.
       A una señal de Clarencio, los conductores depusieron len-
tamente la improvisada hamaca. A mis ojos surgió, entonces, la
puerta acogedora de un edificio blanco, parecido a un gran hos-
pital terrestre. Dos jóvenes, envueltos en túnicas de níveo lino,
corrieron presurosos a la llamada de mi bienhechor y cuando me
acomodaban en un lecho de emergencia, para conducirme cui-
dadosamente al interior, oí al generoso anciano recomendar,
cariñoso:
       ­Lleven a nuestro protegido al pabellón de la derecha.
24                                                   Nuestro Hogar

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Ahoraestánesperandopormí.Mañanatempranovolveréaverlo.

       Le dirigí una mirada de gratitud, al mismo tiempo que era
conducido a un confortable aposento de amplias proporciones,
ricamente amueblado, en el que me ofrecieron lecho acogedor.
       Envolviendo a los dos enfermeros en la vibración de mi
reconocimiento,meesforcépordirigirleslapalabra,consiguiendo
por fin decir:
       ­Amigos, quien quiera que seáis, explicadme en qué nuevo
mundo me encuentro... ¿De qué estrella viene, ahora, esta luz
confortadora y brillante?
       Uno de ellos me acarició la frente como si fuera conocido
mío y acentuó:
       ­Estamos en las esferas espirituales vecinas a la Tierra, y
el Sol que nos ilumina en este momento es el mismo que nos
vivificaba el cuerpo físico. Pero aquí nuestra percepción visual
es mucho más rica. La estrella que el Señor encendió para
nuestros trabajos terrestres es más preciosa y bella de lo que la
suponemos cuando estamos en el círculo carnal. Nuestro Sol es
la divina matriz de la vida, y la claridad que irradia proviene del
Autor de la Creación.
       Mi ego, como absorto en una onda de infinito respeto,
observó la suave luz que invadía la habitación, a través de las
ventanas, y me perdí en un curso de profundas reflexiones.
Recordé entonces que nunca me había fijado en el Sol durante
los días terrestres, meditando en la inconmensurable bondad de
aquél que nos lo concede para el camino eterno de la vida. Así,
me asemejaba al ciego venturoso, que abre los ojos a la
Naturaleza sublime, después de largos siglos de obscuridad.
       A esa altura me sirvieron un caldo reconfortante, seguido
de agua muy fresca, que me pareció portadora de fluidos divinos.
 Nuestro Hogar                                                  25

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Aquella reducida porción de líquido me reanimaba
inesperadamente. No sabría decir qué clase de sopa era aquella:
si una alimentación sedativa o si un remedio saludable. Nuevas
energías amparaban mi alma, y profundas conmociones vibraban
en mi espíritu.
      Pero, mi mayor emoción estaba reservada para momentos
más tarde.
      Aún no había salido de aquella consoladora sorpresa,
cuando una divina melodía penetró en la habitación,
pareciéndome una suave colmena de sonidos camino a las esfe-
rassuperiores.Aquellasnotasdemaravillosaarmoníaatravesaban
mi corazón. Ante mi mirada indagadora el enfermero que
permanecía a mi lado aclaró bondadoso:
      ­Ha llegado el crepúsculo a Nuestro Hogar. En todos los
núcleosdeestacoloniadetrabajo,consagradaalCristo,hayunión
directa con las oraciones de la Gobernación.
      Ymientraslamúsicaembalsamabaelambiente,sedespidió
atentamente, agregando:
      ­Ahora,permanezcaenpaz.Volverédespuésdelaoración.
      Me asaltó una súbita ansiedad.
      ­¿No podría acompañaros? ­ pregunté suplicante.
      ­Todavía está débil ­aclaró gentil­, pero en caso de que
se sienta dispuesto...
      Aquella melodía renovaba mis energías profundas. Me
levanté venciendo dificultades y me agarré al brazo fraternal
que se me extendía. Siguiendo, vacilante, llegué a un enorme
salón, donde numerosa asamblea meditaba en silencio, profun-
damente recogida. De la bóveda llena de brillante claridad,
pendían delicadas guirnaldas de flores, del techo hasta la base,
26                                                 Nuestro Hogar

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formandoradiantes símbolos de Espiritualidad Superior. Nadie
parecía darse cuenta de mi presencia, mientras yo disimulaba
malamente mi insuperable sorpresa. Todos los atentos circuns-
tantes parecían hallarse esperando alguna cosa. Conteniendo
costosamente las numerosas indagaciones que hervían en mi
mente, notéquealfondo, enunapantallagigantesca, se dibujaba
prodigioso cuadro de luz deslumbrante. Obedeciendo a mo-
dernos procesos de televisión, surgió el escenario de un templo
maravilloso. Sentado en un lugar prominente, un anciano
coronado de luz, fijaba los ojos a lo Alto, en actitud de oración,
vistiendo blanca túnica de irradiaciones resplandecientes. En
un plano inferior, setenta y dos figuras parecían acompañarlo
enrespetuoso silencio. Muysorprendido,observé que Clarencio
participaba de la asamblea, entre los que rodeaban al refulgen-
te anciano.
         Apreté el brazo del enfermero amigo, y comprendiendo él
que mis preguntas no demorarían, me aclaró en una voz tan baja,
que más se asemejaba a un murmullo:
         ­Esté tranquilo. Todos los residentes y las instituciones
de Nuestro Hogar, están orando con el Gobernador a través de
la audición y visión a distancia. ¡Loemos el Corazón Invisible
del Cielo!
         No había terminado la explicación, cuando las setenta y
dos figuras comenzaron a cantar un armonioso himno, lleno de
indefinible belleza. La fisonomía de Clarencio, en el círculo de
los venerables compañeros, me pareció llena de más intensa
luz. El canto celeste estaba compuesto de notas angelicales,
de sublime recogimiento. Reinaban en el recinto misteriosas
vibraciones de paz y de alegría, y cuando las notas argentinas
         (1) Imagen simbólica formada por las vibraciones mentales de los habitantes de
la colonia. ­ (Nota del Autor espiritual).
  Nuestro Hogar                                                                     27

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hicieron un delicioso staccato, se diseñó a lo lejos, en plano ele-
vado, uncorazónmaravillosamente azul (1), conestríasdoradas.
Enseguida, delicio-sa música respondía a los loores, proceden-
te, tal vez, de esferas distantes. Entonces una abundante lluvia
de flores azules se derramó sobre nosotros, pero, si
intentásemos, no conseguiríamos sostener en las manos
aquellas miosotas celestiales. Las minúsculas corolas se
deshacían levemente al tocarnos en la frente, experimentando,
por vez propia, singular renovaci